Sarah ficou congelada, com os músculos travados de terror. Mas nenhum humano saiu. Impulsionada por uma onda avassaladora de adrenalina, ela finalmente reuniu coragem para dar um passo à frente e olhar diretamente para a cozinha. Ela esperava uma arma ou um rosto mascarado. Em vez disso, no chão, ela viu uma grande e amorfa bola preta de pelo. Ela estava se movendo freneticamente, mas na luz fraca da manhã dos cantos da cozinha, ela não tinha a menor ideia do que estava vendo.
Antes que seu cérebro pudesse processar a forma bizarra, a criatura explodiu em movimento. Ela passou por suas pernas com uma velocidade chocante, saindo direto da cozinha e entrando no corredor principal. Sarah ofegou, girando instintivamente sobre os calcanhares. A entidade misteriosa era rápida demais para ser identificada com clareza, um borrão escuro rasgando os tapetes. O pânico se transformou em uma perseguição surreal e caótica quando ela se viu correndo logo atrás dele, desesperada para ver que tipo de criatura havia violado a segurança de sua casa. O que diabos é essa coisa? Pensou ela.